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Mitos da Felicidade

Às vezes, ou quase sempre tudo aquilo que acreditamos que nos faz feliz pode não nos trazer tanta felicidade assim. Porém não percebemos tal erro pois elas são crenças dadas como verdadeiras pela sociedade, familiares, colegas e modelos que seguimos e confiamos. A escritora do livro, A Ciência da Felicidade, Sonja Lyubomirsky, explica isto na sua obra e cita os 3 maiores mitos acerca da felicidade, dos quais estamos sempre propensos a se iludir. São eles:

A felicidade pode ser encontrada.

O primeiro mito é de que podemos encontrar a felicidade, que ela está em algum lugar, que podemos alcançá-la. Lógico que, em determinadas circunstâncias, podemos alcançar e a própria autora cita, como exemplo, casar com o amor verdadeiro. O certo é que a felicidade não está lá para ser encontrada, pois ela está dentro de nós. Como descrito no post anterior, a felicidade é um estado de espírito. Sendo assim a autora nos afirma que, se quisermos ser felizes amanhã, no dia seguinte e pelo resto da vida, podemos fazê-lo escolhendo mudar e dirigir nosso estado de espírito.

A felicidade está em mudar as circunstâncias.

O segundo mito fala que se mudarmos algo em torno das circunstâncias das nossas vidas nos tornaremos mais felizes. É o pensamento que a autora chama de EU SERIA FELIZ SE ou SEREI FELIZ QUANDO. A autora cita que a lógica disto vem de épocas da vida em que experimentávamos a verdadeira felicidade, mas achamos que não poderemos jamais recuperar o conjunto exato de circunstâncias que gerou essa “verdadeira felicidade”, como, por exemplo, a nossa primeira paixão ou quando nossos filhos eram pequenos. A realidade é que os elementos que determinam a felicidade no passado e que, podem contribuir para a felicidade futura, estão conosco aqui e agora, esperando que tiremos proveito disso. As mudanças em nossas circunstâncias, positivas ou não, tem pouca relação com o nosso bem estar.

Você tem ou não tem.

Em relação ao terceiro mito, a autora diz que um dia, seu irmão leu um artigo sobre monges budistas que ensinaram a si mesmos a serem felizes por meio da meditação. Ele ficou espantado pois não acreditava que alguém poderia ensinar a si mesmo a ser feliz. Ou você é ou não feliz.
Muitas pessoas acreditam que a felicidade é genética e que nada pode ser feito a respeito. Porém, segundo a pesquisa da autora em seu livro, cada vez mais podemos superar essa programação genética.

Enfim…

Às vezes acreditamos que a felicidade é algo que podemos tocar. Muitas vezes por influência da mídia ou das pessoas ao nosso redor, precisamos de um “algo”, um “quê”, para que possamos ser felizes. Porém precisamos entender que o que buscamos pode não ser aquilo que realmente nos trará felicidade.

Fonte:
Livro A Ciência da Felicidade, Sonja Lyubomirsky

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